As contratações de crédito rural reagiram em agosto, depois da demora na liberação de recursos no início do Plano Safra 2022/23, e alcançaram R$ 73,7 bilhões nos dois primeiros meses da safra, montante 19% superior ao do mesmo período do último ciclo (R$ 61,9 bilhões). 

Os desembolsos nessa modalidade foram de R$ 55,8 bilhões – eles haviam somado R$ 35,2 bilhões entre julho e agosto de 2021. Os recursos para comercialização mantiveram-se em cerca de R$ 3,6 bilhões.

As contratações para investimentos continuaram abaixo do ano passado. Nos primeiros dois meses da temporada, foram R$ 11,2 bilhões, um recuo de 35% em comparação com os R$ 17,2 bilhões do mesmo período de 2021.  Os financiamentos para industrialização caíram quase pela metade, passando de R$ 5,7 bilhões no ano passado para R$ 3 bilhões em 2022.

No Pronaf, os agricultores familiares acessaram R$ 14,8 bilhões, ou 13% a mais que os R$ 13 bilhões do início da safra passada. Em agosto, o governo fez dois remanejamentos de limites equalizáveis para reforçar os recursos para o custeio dos pequenos produtores, cujo montante final passou para mais de R$ 60 bilhões.

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